segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Apenas palavras acumuladas

         Alguém em alguma vez já parou em frente a um horizonte, e viu o nascer do sol, ou o pôr do sol? Parou para poder mudar algo, que estava milimetricamente fora de seu lugar, ou apenas para tocar numa flor, sentir sua textura e suave perfume? São enormes as variedades, mas sem motivo algum, para meros homens.

   E vêm dias em que apenas olho para três cantos do mundo, o amanhecer, o pôr do sol e as estrelas, em vida olho apenas para grandes obras literárias, tentando identificar fragmentos imperceptíveis a olhos normais, para encontrar uma essência menor ou maior que possa me ajudar a poder entender-me ou ao mundo onde caminho.

   Debaixo de Constelações tento criar muralhas onde escondo o que me restou de puro, algo intocado, tento esconder o grande amor por uma pessoa, mas que está nas masmorras, guardados por Ceifadores, tento criar um sorriso inocente ou doce, mas estarei contra minha própria vontade, quero desaparecer com os primeiros orvalhos, desvanecer onde mora as grandes e majestosa montanha, poder ouvir os sussurros da noite com ela em meus braços. Mas é a minha mais doce insanidade estar com ela, construindo meu império.

   Entre pessoas a essências jamais vista, ou sentidas por homem algum, como pode uma doce garota estar cega aponto de corromper a sua alma e dizer que está bem e que isso é normal... Droga! Maldição dos mortais...
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 Quero eu um dia ou noite, sonho ou não estar nos vales verdejantes ou não, nos braços de uma querida e amada mulher.  Passo horas, absorvendo quase tudo, aprendendo algumas coisas, que para muitos inúteis são.

    Entre tantas as coisas que posso fazer eis em mim o amargo vazio, sem um abraço, sem um beijo... Nada! Desvanece-se meus poderes, minha coragem e motivação, agarrado pelas garras negras da grande Solidão, perdendo a luz e a vida, quebrou elos que era para ser inquebrável, para ver quem é "amigo” de verdade, ver em buscar em mim algo de valor... Apenas um vazio, apenas um vazio encontrei, os vejo darem a costa pra mim, se desfazendo, como areia indo com o vento. 

    Nas mais frias, penso em uma maneira em cada gota de lagrima, algo que possa me reerguer, renascer, mas em todos os olhares voltados em mim, estão vazios. Busquei algo para ter sentido, mas acabei de perdido nos grandes ermos eternos. Dizem que guerreiros tem sua caminhada solitária, junto ao frio da dama de todas as noites, quando me entreguei às noites, vi que nada mais importa, sinto apenas garras sangrentas que me leva a escuridão, me vejo às vezes em reflexo na água, ouço uma voz que me chama sussurrando, que aqui nada mais valem, meros humanos que apenas se transformarão em escravos da nova era, em si só a semente do autoconsumo e mesmice.

    Mas será que existe uma mulher a tal “Valquíria” que um dia possa vim a me tirar dentro os esquecidos, e que possa amar-me como a devo amar? Creio que minha esperança se desvanece a cada dia que passa... amigos se desfazendo, a amada que se vai ... Os abraços gélidos e beijos suaves da dama da escuridão, que sinto a cada noite que vem... e cadê meu orgulho... E meu ego voraz?
   Continuo a andar pelos Ermos...
 
   Enquanto as pessoas se escondem atrás de suas muralhas, com olhares vazios de suas almas vazias, outras são mascotes de seu próprio ego, são covardes que se escondes entre palavras e mascaras de humildade, entre outras... "Hora Duki tolo!”
Não sabes nada do mundo em que vive, é um escravo de seus próprios vícios, grilhões e correntes vão denuncia-lo arrastados pelo chão frio, se tentar ser o Senhor da Razão.  

   Meros mortais, poucos acolheram-se nos braços do Arcanjo que os guiou a seu destino, ou lhe deram sandálias para caminhar por enormes distancias.  Outros que apenas em si vê ser algo que se opõe aos demais, sem ao menos conhecer o melhor da vida em aventuras... podres mentes mergulhados em seu ego cego e imundo de ideias que se serve de alimentos a sua própria morte.

   Eis um pequeno entre gigantes que começa a caminhar entre eles, entre linhas, sabendo que não haverá forças e pensamentos vorazes. Mas coração alma indomável, diante dessa era, alcançarei minha terra nos pés e altos das montanhas, com ou sem pessoas. . .
  Meros mortais é a engrenagem que move a sociedade, engrenagens de todas as qualidades, banhados em óleo de impurezas, que estão enferrujando, e faz ser um gabarito fútil, apenas servindo aos seus meros desejos, um que ser perde em tantas ideias e conhecimentos encaixotados, se afogando em estupidez, se afogando em seu ego pálido, cheio de ferramentas na mochila, mas sem nem uma utilidade por falta de espírito, com qualidades, mas sem motivação, outros que se perderam em vícios, e se vendo como pilares de seus conhecimentos, cercados com suas muralhas e egoísmo e estupidez, logo vem àqueles que nem ao menos enxergam um palmo diante de seu nariz, 'puta que pariu', existe um leque de classes de homens, mas aqueles que se entrega ao 'urbanismo" deixando sua essência se diluir nas ruas quentes e ilusórias, perderam o espírito da coragem... “em meio a uma Floresta onde desejo joga-los e caçá-los um a um, cabeças e ossos como troféus, ver que garoto urbano não vale nada em meio a natureza onde apenas viram a presa.”

   Iludidos, cegos, sem amparo, na pura Avareza, bonecos da morte numa cidade de bonecos, aqueles que era para ser de um valor único, vejo com o tempo, que não sou e nunca serei, ligados a isso por elos fracos. Aprendi que algo pra ser puro, tem que ter elos tão fortes como a do ferro, se existe tal elos, deveriam haver conexões, mas isso deixou de existir, quando o tempo passou, a ferrugem e ilusão mostrou quão fraco era elos que ligava ao meio em que vivo. Aprendi que estou de passagem, a um mundo La fora, que se existisse algo de valor, este iria ser sempre uma marca a ferro quente do fogo na pele e no coração.... 

Não estou a desejar coisa boa, mas para aqueles que se opor diante do caminho, queira ser AMIGO o qual nunca existiu ou sai de meu caminho.
Viver tanto tempo afastado de um lugar onde cheira ferro e concreto, me fez ser natural, ligados a simples essências. Que no qual resultam a mudar apenas conceitos mas não a aderência ao mundo em que não vou permitir, alimentar o ego, a ilusão e mentira. Nunca vi o quanto inútil ficam algo, quando nenhuma palavra é respeitada, palavras que traduz uma vida em meio a um ambiente onde modela a alma e o corpo pra o resto do mundo.

   Enfim fica claro que "pessoas Urbanas” perdem de vez o espirito, e a bravura, ficando como 90% fracos e perdidos em si. Para aqueles que não me conhece, fica claro que quando me vejo em frente a um, olho o quanto vazio são por dentro. Por isso a de duvidar do mundo a sua volta. Por fim, fica a sede e fome de caça-los um a um como coelhos em pradarias e campos, Javali mata adentro... Bando de vasos vazios, apenas poderia lutar contra o mundo para se tonar forte e obter um espaço nesta sociedade. E não ai entocado em seus egos e teimosias mesmice e mimimi, tentando esconder atrás de seus egos e ser o dono da razão etc. 

   Continuarei a andar entre caminhos, de vales e montanhas, pois que for algo de tanto valor, vai estar comigo. Aqueles que estão perdidos e de passagens ficarão atolados em uma vida cega. Compartilhei a metade de minha vida, Niedson Rodrigues faz tempo que não vejo, faz tempo que não sei o que é amigo que nem você! Saudades de dias de aventuras... Mas estou andando fora do eixo dessa sociedade, quero apenas conquistar meu mundo, ser um homem Sabedoria o suficiente para que possa reinar em paz. Você meu amigo, tem meu respeito e gratidão, esteve nos momentos onde nenhum estaria... Diferente de outros que passaram em meu caminho... Parte #1

(Apenas uma parte de minha vida até o exato momento ainda vivo sentiu o amor, busco algo para que possa cultivar por certas gerações, não algo que perece com o tempo e deixa o amargo arrependimento, sempre que penso El algo de bom a cada passo dado, eu lembro de meu grande amor... mas é uma pena, escrava da duvidas, em cárcere nas masmorras do medo.

   Viver não é sentir tudo, ter tudo, ser escravo do consumismo e materialista, é ter a essência necessária para viver longa vida perto da imortalidade, estou morrendo por dentro... cada vez mais perdendo o chão, pelos erros e por algo que me arranca a carne nas noites, não ligo com a sociedade e suas escórias, quero distância!

    Mas morrerei um dia, e vou ver que ainda o amor não me alcançou em meio aos ermos, ao meu grande amor, peço que solte as rédeas e deixe que ele o guiará para perto de mim. A felicidade está nas pequenas coisas, numa semente que nasce e um dia ela fica uma enorme arvore, esta naquilo em que já existe no mundo, criado naturalmente não pelas mãos humanas !!!) 

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