segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Caminhos de pedra

Aqui digo apenas um conto de um peregrino. Bom não é lá aquela coisa, mas é para expressar comoções e certas coisas já vista e nunca vista, desde que me conheço por gente não entendo quando tento entender as outras pessoas, vivi em sociedades diferentes algumas onde que se olhar com meros olhos não veras nada a não ser pegadas e mais pegadas, e um ou mais caminhos diferentes, mas para mim era o pedaço do paraíso nos ermos desse mundo, fui crescendo e tentando entender como eram aquelas pessoas, foi criado em meio à natureza.
 Bem perto a lado, para poder sentir aquela tímida e névoa me envolvendo na madrugada, a lua que brilha como nunca brilhou nas noites... “mmm” as manhas como era doce e tranquilo gramado e alguns arbusto coberto de luz da tímida neblina que ia embora aos raios de sol que vem aos filetes e depois como uma onda, o ventinho frio que me toca a flor da pele, toque gélido, mas aconchegante, foi assim aos poucos que eu aprendi a salvar os pedaços da vida, estilhaço da vida em meio aos caminhos, que apenas aqueles que querem viver assim como eu vivo os junta para poder ser “o único e último” palavras que usarei em meu livro ainda inacabado.
  Anos se passa, vejo o dia árduo e vasto se desfazer a cada jornada de trabalho que diria o melhor do mundo, claro se você o ama sempre vai ser. Quando ela silenciosa vinha engolindo tudo ao horizonte, à noite eu esperava em cima do telhado, ou do alto de uma arvora que lá construía uma plataforma, mas era alto demais, mas lá eu estava a olhar o vasto céu as estrelas e estrelas cadentes com suas diversas cores de luz na cauda. No horizonte as luzes e o tumulto da cidade que aqui alcança em luz e som. Adorava estar lá todas as noites, na noite de frio extremo quando o céu aberto estava era mais lindo ainda.
Uma década e meia se passa o relógio do tempo que nunca para, o tempo como as correntezas calmas ou eufóricas de um rio, que lá de vez enquanto me traz a surpresa em seu percurso. Um dia me veio uma pessoa ali diria o meu primeiro amor, amor que nunca pude ver até hoje sua essência verdadeira, minhas antigas placas das armaduras que cobria meu coração com o tempo criavam trincas profundas, de tantas batalhas para entender o tal amor que impulsiona batalhas e guerras internas e externas entre os mortais, queria eu ver agora como estou.
Vou pular um pouco de minha vida nos caminhos dos ermos, quando aprendi a ver que grandes homens que ocultos na maioria das vezes, ou desvanecidos pelo tempo árduo e caótico desta época e milênio criou umas ferramentas para expressar aquelas essências que avia falado, reunidos é mostradas a sua vida a qual mortal algum teve, não teve por que deixaras abandonado para trás para as escoria de essa sociedade poder entrar, nada de valor apenas status e um monte de coisas inúteis e fúteis, para perecer mais e mais o que resta de sua alma nesta sociedade hipócrita. Como dizia meu velho e amigo Ian McKellen – meu mais velho amigo Gandalf:

 “Você pode encontrar as coisas que perdeu, mas nunca as que abandonaram.”
Gandalf

Então voltando aqui, quando o homem encontra essas essências ele usa as ferramentas que pode para transmitir aos outros tendo a fé que mesmo sendo quase impossível pelo número baixíssimo de pessoas que possa absorver, decifrar, sentir a essência ali, contida. Muitos já levados pela Senhora Morte
Muitos que vivem merecem a morte. E alguns que morrem merecem viver. Você pode dar-lhes vida? Então não seja tão ávido para julgar e condenar alguém à morte.”
Gandalf


Enfim eis aqui um homem que eu posso dizer que sou eu, “o único e último” da geração, que não aprendi a abandonar pequenas essências gravados em minha alma e coração, não aprendi a ser um tolo, como a maioria é todos iludidos a uma luz, sem almas para caber mais coisas desse mundo sem valor, sem luz alguma de aproveitamentos, serão como uma horda de mortos, mas vivos pregados ao chão da loucura e sede por vícios carnais e obtenção de coisas matérias sem valor algum em qualquer lado que se olha, apenas um verme que não se contenta com a podridão e quer mais, homens que está cada vez mais condenados a uma vida se luz sem cores e sem alma, apenas mais um nome, mais um número vivendo algo medonho. É uma pena, mas prometi a não mais ajuda-los aqueles que estão pertos de mim, por que cansei das tolices e decepção, fecharei meu coração.
 Voltando ao meu foco. Ainda procuro os estilhaços deixados neste mundo, mas bem escondidos aos olhos de quem não tem esperança e a alma tranquila e ainda pura. Tive um amor meu último amor, pois não acredito mais em amor, minhas trincas, agora fendas profundas que com o último golpe do ceifeiro, me levou a vontade e outras coisas que me faz ter o fervor nas veias de acreditar e correr atrás de batalhas, agora eis um homem trilhando nas entranhas da montanha sombria e subindo para seu topo, para ali repousar minha alma ferida.
 Quando aprendi a ler bons livros, de vários tipos de literaturas, algo que me completara é a incrível obra do senhor J.R.R. Tolkien aprendi a ver e absorver a toda suas essências ali deixadas, tive a honra de tocar a primeira obra dele, o livro da capa vermelha e os contos inacabados, quando pequeno. Senti ali a alma a luz em mim adentrando, desde aquele dia em uns pais em que era de meus antepassados onde a neve e a noite era meu maior paraíso. Pois então a vida me deixou viver de qualquer modo, mas quis aprender a viver como um grande sábio, mesmo sem ter encontrado meu grande amor, que espero a cada pôr do sol e o seu nascer. Lagrimas que traduz a língua de minha alma a cada nascer e a cada pôr do sol. Lagrimas que diz ao vento que ainda acredita que um dia o rio eterno e gélido trará fragmentos para poder acabar de montar minha armadura para minha alma, enquanto andarei pelas trilhas da eterna montanha solitária e as florestas onde moras minha amada Solidão. Mulher de manto que brilha como a luz abraços profundo e beijos gélidos.

Aqui para todos que realmente ama de alma a obra e vida do J.R. R Tolkien e o Senhor dos anéis em toda sua trajetória atual, eis um homem que lutará em vão ou não para ser, feliz sozinho ou não, mas enquanto existir homens que transmitira a essência de sua vida alcançada por muito poucos mortais em livro raros, filmes ou heranças.
 
 Eu não vou desistir de viver o mais com meus valores ganhados daquele lugar distante em que vivi, e do tempo que me trará a luz e a trevas. Quero apenas dizer se um dia ela encontrou uma encruzilhada, sabendo que o destino que tomarás vai mudar toda sua vida, e um apenas fortaleceram sua existência e sua essência até aqui.
 
Se sentir algo assim permaneça assim, pois aqueles que adentram dentro de suas noites, apenas uma luz te guiara para os ermos esquecidos pelos mortais, mas ali é o caminho por onde um homem ganhara sua vida eterna, sendo assim saberá que pequenos valores falaram alto quando for necessário, acredito que eu possa alcançar o mais alto da montanha, e ter a paz o amor à felicidade que apenas os senhores jazem descansados terá a vida lhe oferece tudo.
 
  Basta querer apenas o que sua alma necessita, não o    que seu corpo vicia. Amor, amor, amor... Junto com a dor do mais gélido frio e do mais árduo do fogo que queima eternamente, vos digo que um homem é feliz quando sua alma está junto aos ermos e de mãos dadas com aquela (e) que vos amaras, mesmo deixando a imortalidade para sentir o tão puro e saudado amor.
 
Jaz aqui um homem que escondeu sua alma nas profundezas dos mais altos abismos da montanha solitária, para poder lutar e encontrar a paz, e matar o que em muitos homens imbuíram em seus corpos e corações. Tenho a espada e a coragem, o arco e a flecha, a adaga e armadura para vencer, mas por que ou quem luta mesmo? Guerreiro solitário, eu sou na verdade um cavaleiro negro viver sozinho é minha opção, pois nada machuca, nem mesmo o fio mais gélido da espada, nem as garras mais afiadas de uma fera sombria, não machucam mais que o amor. 


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