Aqui digo apenas um conto de um peregrino.
Bom não é lá aquela coisa, mas é para expressar comoções e certas coisas já
vista e nunca vista, desde que me conheço por gente não entendo quando tento
entender as outras pessoas, vivi em sociedades diferentes algumas onde que se
olhar com meros olhos não veras nada a não ser pegadas e mais pegadas, e um ou
mais caminhos diferentes, mas para mim era o pedaço do paraíso nos ermos desse
mundo, fui crescendo e tentando entender como eram aquelas pessoas, foi criado
em meio à natureza.
Bem perto a lado, para poder sentir
aquela tímida e névoa me envolvendo na madrugada, a lua que brilha como nunca
brilhou nas noites... “mmm” as manhas como era doce e tranquilo gramado e
alguns arbusto coberto de luz da tímida neblina que ia embora aos raios de sol
que vem aos filetes e depois como uma onda, o ventinho frio que me toca a flor
da pele, toque gélido, mas aconchegante, foi assim aos poucos que eu aprendi a
salvar os pedaços da vida, estilhaço da vida em meio aos caminhos, que apenas
aqueles que querem viver assim como eu vivo os junta para poder ser “o único e último”
palavras que usarei em meu livro ainda inacabado.
Anos se passa, vejo o dia árduo e
vasto se desfazer a cada jornada de trabalho que diria o melhor do mundo, claro
se você o ama sempre vai ser. Quando ela silenciosa vinha engolindo tudo ao
horizonte, à noite eu esperava em cima do telhado, ou do alto de uma arvora que
lá construía uma plataforma, mas era alto demais, mas lá eu estava a olhar o
vasto céu as estrelas e estrelas cadentes com suas diversas cores de luz na
cauda. No horizonte as luzes e o tumulto da cidade que aqui alcança em luz e
som. Adorava estar lá todas as noites, na noite de frio extremo quando o céu
aberto estava era mais lindo ainda.
Uma década e meia se passa o relógio do
tempo que nunca para, o tempo como as correntezas calmas ou eufóricas de um
rio, que lá de vez enquanto me traz a surpresa em seu percurso. Um dia me veio
uma pessoa ali diria o meu primeiro amor, amor que nunca pude ver até hoje sua
essência verdadeira, minhas antigas placas das armaduras que cobria meu coração
com o tempo criavam trincas profundas, de tantas batalhas para entender o tal
amor que impulsiona batalhas e guerras internas e externas entre os mortais,
queria eu ver agora como estou.
Vou pular um pouco de minha vida nos
caminhos dos ermos, quando aprendi a ver que grandes homens que ocultos na
maioria das vezes, ou desvanecidos pelo tempo árduo e caótico desta época e
milênio criou umas ferramentas para expressar aquelas essências que avia
falado, reunidos é mostradas a sua vida a qual mortal algum teve, não teve por
que deixaras abandonado para trás para as escoria de essa sociedade poder
entrar, nada de valor apenas status e um monte de coisas inúteis e fúteis, para
perecer mais e mais o que resta de sua alma nesta sociedade hipócrita. Como
dizia meu velho e amigo Ian McKellen –
meu mais velho amigo Gandalf:
“Você pode encontrar as coisas que
perdeu, mas nunca as que abandonaram.”
Gandalf
Então voltando aqui, quando o homem
encontra essas essências ele usa as ferramentas que pode para transmitir aos
outros tendo a fé que mesmo sendo quase impossível pelo número baixíssimo de
pessoas que possa absorver, decifrar, sentir a essência ali, contida. Muitos já
levados pela Senhora Morte
“Muitos que vivem merecem a morte. E alguns que morrem merecem
viver. Você pode dar-lhes vida? Então não seja tão ávido para julgar e
condenar alguém à morte.”
Gandalf
Enfim eis aqui um homem que eu posso dizer
que sou eu, “o único e último” da geração, que não aprendi a abandonar pequenas
essências gravados em minha alma e coração, não aprendi a ser um tolo, como a
maioria é todos iludidos a uma luz, sem almas para caber mais coisas desse
mundo sem valor, sem luz alguma de aproveitamentos, serão como uma horda de
mortos, mas vivos pregados ao chão da loucura e sede por vícios carnais e
obtenção de coisas matérias sem valor algum em qualquer lado que se olha,
apenas um verme que não se contenta com a podridão e quer mais, homens que está
cada vez mais condenados a uma vida se luz sem cores e sem alma, apenas mais um
nome, mais um número vivendo algo medonho. É uma pena, mas prometi a não mais
ajuda-los aqueles que estão pertos de mim, por que cansei das tolices e
decepção, fecharei meu coração.
Voltando ao meu foco. Ainda procuro
os estilhaços deixados neste mundo, mas bem escondidos aos olhos de quem não
tem esperança e a alma tranquila e ainda pura. Tive um amor meu último amor,
pois não acredito mais em amor, minhas trincas, agora fendas profundas que com
o último golpe do ceifeiro, me levou a vontade e outras coisas que me faz ter o
fervor nas veias de acreditar e correr atrás de batalhas, agora eis um homem
trilhando nas entranhas da montanha sombria e subindo para seu topo, para ali
repousar minha alma ferida.
Quando aprendi a ler bons livros, de
vários tipos de literaturas, algo que me completara é a incrível obra do senhor
J.R.R. Tolkien aprendi a ver e absorver a toda suas essências ali deixadas,
tive a honra de tocar a primeira obra dele, o livro da capa vermelha e os
contos inacabados, quando pequeno. Senti ali a alma a luz em mim adentrando,
desde aquele dia em uns pais em que era de meus antepassados onde a neve e a
noite era meu maior paraíso. Pois então a vida me deixou viver de qualquer
modo, mas quis aprender a viver como um grande sábio, mesmo sem ter encontrado
meu grande amor, que espero a cada pôr do sol e o seu nascer. Lagrimas que
traduz a língua de minha alma a cada nascer e a cada pôr do sol. Lagrimas que
diz ao vento que ainda acredita que um dia o rio eterno e gélido trará
fragmentos para poder acabar de montar minha armadura para minha alma, enquanto
andarei pelas trilhas da eterna montanha solitária e as florestas onde moras
minha amada Solidão. Mulher de manto que brilha como a luz abraços profundo e
beijos gélidos.
Eu
não vou desistir de viver o mais com meus valores ganhados daquele lugar
distante em que vivi, e do tempo que me trará a luz e a trevas. Quero apenas
dizer se um dia ela encontrou uma encruzilhada, sabendo que o destino que
tomarás vai mudar toda sua vida, e um apenas fortaleceram sua existência e sua
essência até aqui.
Se sentir algo assim permaneça assim, pois
aqueles que adentram dentro de suas noites, apenas uma luz te guiara para os
ermos esquecidos pelos mortais, mas ali é o caminho por onde um homem ganhara
sua vida eterna, sendo assim saberá que pequenos valores falaram alto quando
for necessário, acredito que eu possa alcançar o mais alto da montanha, e ter a
paz o amor à felicidade que apenas os senhores jazem descansados terá a vida
lhe oferece tudo.
Basta
querer apenas o que sua alma necessita, não o que seu corpo
vicia. Amor, amor, amor... Junto com a dor do mais gélido frio e do mais árduo
do fogo que queima eternamente, vos digo que um homem é feliz quando sua alma está
junto aos ermos e de mãos dadas com aquela (e) que vos amaras, mesmo deixando a
imortalidade para sentir o tão puro e saudado amor.
Jaz aqui um homem que escondeu sua alma
nas profundezas dos mais altos abismos da montanha solitária, para poder lutar
e encontrar a paz, e matar o que em muitos homens imbuíram em seus corpos e
corações. Tenho a espada e a coragem, o arco e a flecha, a adaga e armadura
para vencer, mas por que ou quem luta mesmo? Guerreiro solitário, eu sou na
verdade um cavaleiro negro viver sozinho é minha opção, pois nada machuca, nem
mesmo o fio mais gélido da espada, nem as garras mais afiadas de uma fera
sombria, não machucam mais que o amor.
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