segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Últimos arquivos lançados vem de meu desktop, não sei por que fica a marcação no texto. :/

Apenas palavras acumuladas

         Alguém em alguma vez já parou em frente a um horizonte, e viu o nascer do sol, ou o pôr do sol? Parou para poder mudar algo, que estava milimetricamente fora de seu lugar, ou apenas para tocar numa flor, sentir sua textura e suave perfume? São enormes as variedades, mas sem motivo algum, para meros homens.

   E vêm dias em que apenas olho para três cantos do mundo, o amanhecer, o pôr do sol e as estrelas, em vida olho apenas para grandes obras literárias, tentando identificar fragmentos imperceptíveis a olhos normais, para encontrar uma essência menor ou maior que possa me ajudar a poder entender-me ou ao mundo onde caminho.

   Debaixo de Constelações tento criar muralhas onde escondo o que me restou de puro, algo intocado, tento esconder o grande amor por uma pessoa, mas que está nas masmorras, guardados por Ceifadores, tento criar um sorriso inocente ou doce, mas estarei contra minha própria vontade, quero desaparecer com os primeiros orvalhos, desvanecer onde mora as grandes e majestosa montanha, poder ouvir os sussurros da noite com ela em meus braços. Mas é a minha mais doce insanidade estar com ela, construindo meu império.

   Entre pessoas a essências jamais vista, ou sentidas por homem algum, como pode uma doce garota estar cega aponto de corromper a sua alma e dizer que está bem e que isso é normal... Droga! Maldição dos mortais...
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 Quero eu um dia ou noite, sonho ou não estar nos vales verdejantes ou não, nos braços de uma querida e amada mulher.  Passo horas, absorvendo quase tudo, aprendendo algumas coisas, que para muitos inúteis são.

    Entre tantas as coisas que posso fazer eis em mim o amargo vazio, sem um abraço, sem um beijo... Nada! Desvanece-se meus poderes, minha coragem e motivação, agarrado pelas garras negras da grande Solidão, perdendo a luz e a vida, quebrou elos que era para ser inquebrável, para ver quem é "amigo” de verdade, ver em buscar em mim algo de valor... Apenas um vazio, apenas um vazio encontrei, os vejo darem a costa pra mim, se desfazendo, como areia indo com o vento. 

    Nas mais frias, penso em uma maneira em cada gota de lagrima, algo que possa me reerguer, renascer, mas em todos os olhares voltados em mim, estão vazios. Busquei algo para ter sentido, mas acabei de perdido nos grandes ermos eternos. Dizem que guerreiros tem sua caminhada solitária, junto ao frio da dama de todas as noites, quando me entreguei às noites, vi que nada mais importa, sinto apenas garras sangrentas que me leva a escuridão, me vejo às vezes em reflexo na água, ouço uma voz que me chama sussurrando, que aqui nada mais valem, meros humanos que apenas se transformarão em escravos da nova era, em si só a semente do autoconsumo e mesmice.

    Mas será que existe uma mulher a tal “Valquíria” que um dia possa vim a me tirar dentro os esquecidos, e que possa amar-me como a devo amar? Creio que minha esperança se desvanece a cada dia que passa... amigos se desfazendo, a amada que se vai ... Os abraços gélidos e beijos suaves da dama da escuridão, que sinto a cada noite que vem... e cadê meu orgulho... E meu ego voraz?
   Continuo a andar pelos Ermos...
 
   Enquanto as pessoas se escondem atrás de suas muralhas, com olhares vazios de suas almas vazias, outras são mascotes de seu próprio ego, são covardes que se escondes entre palavras e mascaras de humildade, entre outras... "Hora Duki tolo!”
Não sabes nada do mundo em que vive, é um escravo de seus próprios vícios, grilhões e correntes vão denuncia-lo arrastados pelo chão frio, se tentar ser o Senhor da Razão.  

   Meros mortais, poucos acolheram-se nos braços do Arcanjo que os guiou a seu destino, ou lhe deram sandálias para caminhar por enormes distancias.  Outros que apenas em si vê ser algo que se opõe aos demais, sem ao menos conhecer o melhor da vida em aventuras... podres mentes mergulhados em seu ego cego e imundo de ideias que se serve de alimentos a sua própria morte.

   Eis um pequeno entre gigantes que começa a caminhar entre eles, entre linhas, sabendo que não haverá forças e pensamentos vorazes. Mas coração alma indomável, diante dessa era, alcançarei minha terra nos pés e altos das montanhas, com ou sem pessoas. . .
  Meros mortais é a engrenagem que move a sociedade, engrenagens de todas as qualidades, banhados em óleo de impurezas, que estão enferrujando, e faz ser um gabarito fútil, apenas servindo aos seus meros desejos, um que ser perde em tantas ideias e conhecimentos encaixotados, se afogando em estupidez, se afogando em seu ego pálido, cheio de ferramentas na mochila, mas sem nem uma utilidade por falta de espírito, com qualidades, mas sem motivação, outros que se perderam em vícios, e se vendo como pilares de seus conhecimentos, cercados com suas muralhas e egoísmo e estupidez, logo vem àqueles que nem ao menos enxergam um palmo diante de seu nariz, 'puta que pariu', existe um leque de classes de homens, mas aqueles que se entrega ao 'urbanismo" deixando sua essência se diluir nas ruas quentes e ilusórias, perderam o espírito da coragem... “em meio a uma Floresta onde desejo joga-los e caçá-los um a um, cabeças e ossos como troféus, ver que garoto urbano não vale nada em meio a natureza onde apenas viram a presa.”

   Iludidos, cegos, sem amparo, na pura Avareza, bonecos da morte numa cidade de bonecos, aqueles que era para ser de um valor único, vejo com o tempo, que não sou e nunca serei, ligados a isso por elos fracos. Aprendi que algo pra ser puro, tem que ter elos tão fortes como a do ferro, se existe tal elos, deveriam haver conexões, mas isso deixou de existir, quando o tempo passou, a ferrugem e ilusão mostrou quão fraco era elos que ligava ao meio em que vivo. Aprendi que estou de passagem, a um mundo La fora, que se existisse algo de valor, este iria ser sempre uma marca a ferro quente do fogo na pele e no coração.... 

Não estou a desejar coisa boa, mas para aqueles que se opor diante do caminho, queira ser AMIGO o qual nunca existiu ou sai de meu caminho.
Viver tanto tempo afastado de um lugar onde cheira ferro e concreto, me fez ser natural, ligados a simples essências. Que no qual resultam a mudar apenas conceitos mas não a aderência ao mundo em que não vou permitir, alimentar o ego, a ilusão e mentira. Nunca vi o quanto inútil ficam algo, quando nenhuma palavra é respeitada, palavras que traduz uma vida em meio a um ambiente onde modela a alma e o corpo pra o resto do mundo.

   Enfim fica claro que "pessoas Urbanas” perdem de vez o espirito, e a bravura, ficando como 90% fracos e perdidos em si. Para aqueles que não me conhece, fica claro que quando me vejo em frente a um, olho o quanto vazio são por dentro. Por isso a de duvidar do mundo a sua volta. Por fim, fica a sede e fome de caça-los um a um como coelhos em pradarias e campos, Javali mata adentro... Bando de vasos vazios, apenas poderia lutar contra o mundo para se tonar forte e obter um espaço nesta sociedade. E não ai entocado em seus egos e teimosias mesmice e mimimi, tentando esconder atrás de seus egos e ser o dono da razão etc. 

   Continuarei a andar entre caminhos, de vales e montanhas, pois que for algo de tanto valor, vai estar comigo. Aqueles que estão perdidos e de passagens ficarão atolados em uma vida cega. Compartilhei a metade de minha vida, Niedson Rodrigues faz tempo que não vejo, faz tempo que não sei o que é amigo que nem você! Saudades de dias de aventuras... Mas estou andando fora do eixo dessa sociedade, quero apenas conquistar meu mundo, ser um homem Sabedoria o suficiente para que possa reinar em paz. Você meu amigo, tem meu respeito e gratidão, esteve nos momentos onde nenhum estaria... Diferente de outros que passaram em meu caminho... Parte #1

(Apenas uma parte de minha vida até o exato momento ainda vivo sentiu o amor, busco algo para que possa cultivar por certas gerações, não algo que perece com o tempo e deixa o amargo arrependimento, sempre que penso El algo de bom a cada passo dado, eu lembro de meu grande amor... mas é uma pena, escrava da duvidas, em cárcere nas masmorras do medo.

   Viver não é sentir tudo, ter tudo, ser escravo do consumismo e materialista, é ter a essência necessária para viver longa vida perto da imortalidade, estou morrendo por dentro... cada vez mais perdendo o chão, pelos erros e por algo que me arranca a carne nas noites, não ligo com a sociedade e suas escórias, quero distância!

    Mas morrerei um dia, e vou ver que ainda o amor não me alcançou em meio aos ermos, ao meu grande amor, peço que solte as rédeas e deixe que ele o guiará para perto de mim. A felicidade está nas pequenas coisas, numa semente que nasce e um dia ela fica uma enorme arvore, esta naquilo em que já existe no mundo, criado naturalmente não pelas mãos humanas !!!) 
                                              Palavras esquecidas de um desconhecido

 Para você que és a única que reluz, não pela roupa branca ou pelo dourado de seus óculos na luz branca pálida, hoje como antes e bem antes apenas meus olhos cansados os segues, mas tu és de deixar os traços, o véu invisível de seu cheiro por onde passa, não é difícil saber qual é seu perfume favorito, deve ser o mais leve e suave fragrância da estação. Leve, mas me faz lembrar-se daquelas fragrâncias de perfumes de amaciante de roupas. Que me faz puxar um pouco mais o ar.... (^;^)
  Mas o que é eu diante de sua beleza? “Hahaha” uma grave risada como a de um vilão, de vez enquanto eu deixo um ou três passos para trás só para ver você andar, e a olhar os leves e serenos balançar de seus cabelos, os passos firmes e leve como a de um felino.

 Peço que não me olhe como qualquer um, mais um número e nome em meio a multidão. Às vezes meus olhos varre a aglomeração só para poder te olhar, te olhar como uma Timida fera... em seus olhos eu pareço ser um menino curioso pela cor de seus olhos e o brilho. É difícil mas eu aprendi a gostar de você... mas sou apenas mais uma sombra... 

Caminhos de pedra

Aqui digo apenas um conto de um peregrino. Bom não é lá aquela coisa, mas é para expressar comoções e certas coisas já vista e nunca vista, desde que me conheço por gente não entendo quando tento entender as outras pessoas, vivi em sociedades diferentes algumas onde que se olhar com meros olhos não veras nada a não ser pegadas e mais pegadas, e um ou mais caminhos diferentes, mas para mim era o pedaço do paraíso nos ermos desse mundo, fui crescendo e tentando entender como eram aquelas pessoas, foi criado em meio à natureza.
 Bem perto a lado, para poder sentir aquela tímida e névoa me envolvendo na madrugada, a lua que brilha como nunca brilhou nas noites... “mmm” as manhas como era doce e tranquilo gramado e alguns arbusto coberto de luz da tímida neblina que ia embora aos raios de sol que vem aos filetes e depois como uma onda, o ventinho frio que me toca a flor da pele, toque gélido, mas aconchegante, foi assim aos poucos que eu aprendi a salvar os pedaços da vida, estilhaço da vida em meio aos caminhos, que apenas aqueles que querem viver assim como eu vivo os junta para poder ser “o único e último” palavras que usarei em meu livro ainda inacabado.
  Anos se passa, vejo o dia árduo e vasto se desfazer a cada jornada de trabalho que diria o melhor do mundo, claro se você o ama sempre vai ser. Quando ela silenciosa vinha engolindo tudo ao horizonte, à noite eu esperava em cima do telhado, ou do alto de uma arvora que lá construía uma plataforma, mas era alto demais, mas lá eu estava a olhar o vasto céu as estrelas e estrelas cadentes com suas diversas cores de luz na cauda. No horizonte as luzes e o tumulto da cidade que aqui alcança em luz e som. Adorava estar lá todas as noites, na noite de frio extremo quando o céu aberto estava era mais lindo ainda.
Uma década e meia se passa o relógio do tempo que nunca para, o tempo como as correntezas calmas ou eufóricas de um rio, que lá de vez enquanto me traz a surpresa em seu percurso. Um dia me veio uma pessoa ali diria o meu primeiro amor, amor que nunca pude ver até hoje sua essência verdadeira, minhas antigas placas das armaduras que cobria meu coração com o tempo criavam trincas profundas, de tantas batalhas para entender o tal amor que impulsiona batalhas e guerras internas e externas entre os mortais, queria eu ver agora como estou.
Vou pular um pouco de minha vida nos caminhos dos ermos, quando aprendi a ver que grandes homens que ocultos na maioria das vezes, ou desvanecidos pelo tempo árduo e caótico desta época e milênio criou umas ferramentas para expressar aquelas essências que avia falado, reunidos é mostradas a sua vida a qual mortal algum teve, não teve por que deixaras abandonado para trás para as escoria de essa sociedade poder entrar, nada de valor apenas status e um monte de coisas inúteis e fúteis, para perecer mais e mais o que resta de sua alma nesta sociedade hipócrita. Como dizia meu velho e amigo Ian McKellen – meu mais velho amigo Gandalf:

 “Você pode encontrar as coisas que perdeu, mas nunca as que abandonaram.”
Gandalf

Então voltando aqui, quando o homem encontra essas essências ele usa as ferramentas que pode para transmitir aos outros tendo a fé que mesmo sendo quase impossível pelo número baixíssimo de pessoas que possa absorver, decifrar, sentir a essência ali, contida. Muitos já levados pela Senhora Morte
Muitos que vivem merecem a morte. E alguns que morrem merecem viver. Você pode dar-lhes vida? Então não seja tão ávido para julgar e condenar alguém à morte.”
Gandalf


Enfim eis aqui um homem que eu posso dizer que sou eu, “o único e último” da geração, que não aprendi a abandonar pequenas essências gravados em minha alma e coração, não aprendi a ser um tolo, como a maioria é todos iludidos a uma luz, sem almas para caber mais coisas desse mundo sem valor, sem luz alguma de aproveitamentos, serão como uma horda de mortos, mas vivos pregados ao chão da loucura e sede por vícios carnais e obtenção de coisas matérias sem valor algum em qualquer lado que se olha, apenas um verme que não se contenta com a podridão e quer mais, homens que está cada vez mais condenados a uma vida se luz sem cores e sem alma, apenas mais um nome, mais um número vivendo algo medonho. É uma pena, mas prometi a não mais ajuda-los aqueles que estão pertos de mim, por que cansei das tolices e decepção, fecharei meu coração.
 Voltando ao meu foco. Ainda procuro os estilhaços deixados neste mundo, mas bem escondidos aos olhos de quem não tem esperança e a alma tranquila e ainda pura. Tive um amor meu último amor, pois não acredito mais em amor, minhas trincas, agora fendas profundas que com o último golpe do ceifeiro, me levou a vontade e outras coisas que me faz ter o fervor nas veias de acreditar e correr atrás de batalhas, agora eis um homem trilhando nas entranhas da montanha sombria e subindo para seu topo, para ali repousar minha alma ferida.
 Quando aprendi a ler bons livros, de vários tipos de literaturas, algo que me completara é a incrível obra do senhor J.R.R. Tolkien aprendi a ver e absorver a toda suas essências ali deixadas, tive a honra de tocar a primeira obra dele, o livro da capa vermelha e os contos inacabados, quando pequeno. Senti ali a alma a luz em mim adentrando, desde aquele dia em uns pais em que era de meus antepassados onde a neve e a noite era meu maior paraíso. Pois então a vida me deixou viver de qualquer modo, mas quis aprender a viver como um grande sábio, mesmo sem ter encontrado meu grande amor, que espero a cada pôr do sol e o seu nascer. Lagrimas que traduz a língua de minha alma a cada nascer e a cada pôr do sol. Lagrimas que diz ao vento que ainda acredita que um dia o rio eterno e gélido trará fragmentos para poder acabar de montar minha armadura para minha alma, enquanto andarei pelas trilhas da eterna montanha solitária e as florestas onde moras minha amada Solidão. Mulher de manto que brilha como a luz abraços profundo e beijos gélidos.

Aqui para todos que realmente ama de alma a obra e vida do J.R. R Tolkien e o Senhor dos anéis em toda sua trajetória atual, eis um homem que lutará em vão ou não para ser, feliz sozinho ou não, mas enquanto existir homens que transmitira a essência de sua vida alcançada por muito poucos mortais em livro raros, filmes ou heranças.
 
 Eu não vou desistir de viver o mais com meus valores ganhados daquele lugar distante em que vivi, e do tempo que me trará a luz e a trevas. Quero apenas dizer se um dia ela encontrou uma encruzilhada, sabendo que o destino que tomarás vai mudar toda sua vida, e um apenas fortaleceram sua existência e sua essência até aqui.
 
Se sentir algo assim permaneça assim, pois aqueles que adentram dentro de suas noites, apenas uma luz te guiara para os ermos esquecidos pelos mortais, mas ali é o caminho por onde um homem ganhara sua vida eterna, sendo assim saberá que pequenos valores falaram alto quando for necessário, acredito que eu possa alcançar o mais alto da montanha, e ter a paz o amor à felicidade que apenas os senhores jazem descansados terá a vida lhe oferece tudo.
 
  Basta querer apenas o que sua alma necessita, não o    que seu corpo vicia. Amor, amor, amor... Junto com a dor do mais gélido frio e do mais árduo do fogo que queima eternamente, vos digo que um homem é feliz quando sua alma está junto aos ermos e de mãos dadas com aquela (e) que vos amaras, mesmo deixando a imortalidade para sentir o tão puro e saudado amor.
 
Jaz aqui um homem que escondeu sua alma nas profundezas dos mais altos abismos da montanha solitária, para poder lutar e encontrar a paz, e matar o que em muitos homens imbuíram em seus corpos e corações. Tenho a espada e a coragem, o arco e a flecha, a adaga e armadura para vencer, mas por que ou quem luta mesmo? Guerreiro solitário, eu sou na verdade um cavaleiro negro viver sozinho é minha opção, pois nada machuca, nem mesmo o fio mais gélido da espada, nem as garras mais afiadas de uma fera sombria, não machucam mais que o amor. 


"Pensamentos escrito no vale das sombras" - Dias em que a raiva escreve.



09-12-2014 02h00min AM

 Reabilitação da alma, pobre e maldita alma que ainda encara o tempo, mesmo ensanguentado quase morto, queria tanto poder apenas me sentir bem, são tantas as labaredas das chamas do caos e destruição que vai consumindo minha alma, queria ao menos poder fazer o certo sem medo de andar, olhar para frente e poder prosseguir, mas não é assim.

  A dor no peito é profunda, como se algo na escuridão da mais longa e profunda caverna grita-se pedindo ajuda, mas lá está eu perdido enlouquecendo, e lutando com meus temores, quero poder ao menos morrer, libertar-me desse corpo e mundo.
  Esquecer que um dia eu te amei tanto, ontem nem falei a metade das dores e sombras que destrói cada parte de mim, amaldiçoado minha alma esta, se não confia em mim, nem em ti também não confia, nem sei mais como dizer, o que você deve fazer saia dessa masmorra e do valor a quem tem por você, descubra o amor, não aquilo que se chama paixão... Livra-se das dúvidas isso vai te matar um dia.
  Não estou bravo, mas apenas triste por outro sem ao menos digno de ser algo, Le roubou um beijo, um desconhecido fdp sem valor algum apenas topado e bêbada dando beijos em estranhos.
  Fora isso queria apenas ser feliz, sabe fazer algo que seja sereno e claro para mim, não se tornando um lixo continuo e entediante. Analise você, analise eu, analisemos nós e veja quem deve ter atitudes, ficaste calada quando falei que tu me trocas por outro, um canalha.
   Estou há meses para baixo, ruim, mal humorado, triste, com depressão e angustiado... Queria apenas morrer, e reabilitar minha alma, pois aqui ainda cravado suas lembranças, mas por conta de atos desnecessário triste agora estou. Por você ainda não sair dessa densa neblina da dúvida !! 

  ATÉ QUANDO VAI FICAR NESSA POSIÇÃO? TOLA !!  Isto me afeta tanto que é uma espada cravada em meu peito a cada dia me ferindo e entrando lentamente. Le. Apenas pense como um sábio, não como os demais tolos e arrogantes que andam nesta terra... Não sei mais o que lhe dizer minha mente está me enraivecendo a cada hora que passa.
    Lembrasse de que eu quero que você cresça sem provar o veneno do mundo, pois ao toma-lo ali você imbui o veneno para toda sua vida, vira uma escória como as demais... Vazia querendo apenas “festa” 
Se ainda esconde algo ai de valor para mim, ou nós! Use-o antes que seja tarde demais, não minta diga a verdade, quando ao menos perguntarem ao meu respeito ou ao seu rude e pobre e raquítico amor. Com tantos problemas que carrego aqui!! E se menti para si mesmo, por tantas as batalhas perdidas.
   No Crepúsculo do amanhecer de um dia de Solstício de verão, no exato momento aonde se vai às trevas e a luz aparece, eu irei abraçar a dama linda e gélida a morte e abraçarei e provarei de seu beijo gélido, pelo menos assim sei de algo que me quer de verdade. Irei fazer a reabilitação da alma, quando foi que sentiu algo de verdade de mim?


  Quando foi que me se entregou para dúvida? O que eu tenho que nada dá certo? Um homem amaldiçoado com a marca da solidão... Jamais compreendido ao menos amado, a cada dia que passa algo vai se perdendo ao caminho, ao cair de cada noite... Poderei ser e ter tudo, mas não terei nada em meu coração!  A minha graça foi perdida, não sou mais aquele homem que reverenciava o amanhecer e o anoitecer! As perguntas que não me sai da cabeça, por que você é assim comigo? Existe amor?
 
   Não prenda o que está em seu peito, o que está tentando há dias lhe dizer o que existe entre nós, amor poder ser, mas você está prendendo tudo isso com medo do desconhecido! Por quê? Aprenda a confiar em mim... A tentar a recomeçar... Tudo deve ser novo para você, por isso que está perdida e confusa! Apenas confie em mim...

  Largarei de fumar para todo sempre se o amor existir e apagar cada um que tento acender, ao contrário a cada dia que passa, irei esperar sentando a morte que aparecera em minha estrada, e em uma última tragada, abraçarei e pedirei para que reabilite minha alma, não ponha nada de bom em mim, para não sofrer mais. “Acho” que você ao menos tenta-se soltar essa coisa estranha dentro de você, não tente dominar, solte as rédeas e deixe te levar aos meus campos, onde a morte ainda não pisou.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

o silencio triste.





  Um final de semana qualquer passa despercebido para aqueles que não estão mais em si, puros de certa forma. porem não conseguir ver, observar, tocar e sentir, o que foi nos dados nessa vida, não poder sentir o brilho e as manhas que vem com o ultimo orvalho e a névoa que determina o quanto vc pode ser feliz, sinta, senti ela, sera a mais sinceras palavras de bom dia, da natureza. mas por que estou andando em meio as tanta podridão, que me faz para baixo estar. loucura é o homem não ser louco.
  Entretanto pessoas aqui estão saindo de seus eixos e deixando o principio, a natureza que no qual vive para imbuir todo o mal em sua alma, sentindo os pecados capitais e fazendo delas, sua ostentação.



" Mereço as noites eternas, como lar.
O abraço da dama da noite, como refugio.
O frio gélido pelo corpo, me consumindo o calor.
O castigo de " dementadores " roubando a minha ultima migalha de alegria.
A Morte no seu trono, esperando um beijo em suas mãos.
Condenado nos Ermos eternos sem ninguem para salvar-me.
Imbuido de ódio e raiva, por saber que um amor unico näo pode por falta de coragem e com duvidas em seu coração, salvar.
Nada resta neste corpo, vaso vazio... largado pelo unico amor.
Vasto mundo a andar pelas entranhas da noite. Sabes que no final. A morte do unico sentimento de mantem e o pobre amor vivo, vai ser em väo, minha amada sera o ceifero. A minha morte, pois um dia este pobre e nobre homem. Podi sentir a unica e breve brisa do tal amor. Agora descanso em paz. Um ser sem rosto e sem nome, que um dia queria sentir o amor verdadeiro de alguem... qualquer que seja.... UM HOMEM NOS ERMOS. "




MEDO








 "QUANDO OLHO PRA VOCÊ
VEM LOGO NA CABEÇA
UMA VONTADE LOUCA DE UM OI DIZER
MAS A TIMIDEZ NÃO DEIXA
EU FICO MAL,CHATEADO COMIGO MESMO
POR ME DEIXAR SER DOMINADO PELO MEDO
CONFESSO QUE TE AMO,
MAS AMO EM SEGREDO
E AS VEZES ROLA UM PRANTO
E BATE UM ARRENPENDIMENTO
PORQUE TIVE VÁRIAS CHANCES
DE LHE MOSTRAR MEUS SENTIMENTOS
MAS NOVAMENTE FUI DOMINADO POR ESSE MEDO
MEDO DE DIZER QUE 
VOCÊ É A MULHER QUE TANTO ESPERO
MEDO DE DIZER QUE 
É O MUNDO ONDE VIVER EU QUERO
MEDO DE DIZER QUE
AMO DEMAIS VOCÊ "




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Autor: henrique

 " Eu preciso muito deixar acontecer o momento da renovação, trocar de pele, mudar de cor. Tenho sentido necessidades do novo, não importa o quê, mais que seja novo, nem que sejam os problemas. Preciso deixar a casa vazia para receber a nova mobília. Fazer a faxina da mente, da alma, do corpo e do coração. Demolir as ruínas e construir qualquer coisa nova, quem sabe um castelo.

Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei. Apronto agora os meus pés na estrada. Ponho-me a caminhar sob sol e vento. Vou ali ser feliz e já volto. "



pedaços de um homem que não sabe o que é alegria, amor e felicidade.