segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Apenas palavras acumuladas
Alguém
em alguma vez já parou em frente a um horizonte, e viu o nascer do sol, ou o pôr
do sol? Parou para poder mudar algo, que estava milimetricamente fora de seu
lugar, ou apenas para tocar numa flor, sentir sua textura e suave perfume? São
enormes as variedades, mas sem motivo algum, para meros homens.
E vêm dias em que apenas olho para três cantos do mundo, o amanhecer, o pôr do sol e as estrelas, em vida olho apenas para grandes obras literárias, tentando identificar fragmentos imperceptíveis a olhos normais, para encontrar uma essência menor ou maior que possa me ajudar a poder entender-me ou ao mundo onde caminho.
Quero eu um dia ou noite, sonho ou não estar nos vales verdejantes ou não, nos braços de uma querida e amada mulher. Passo horas, absorvendo quase tudo, aprendendo algumas coisas, que para muitos inúteis são.
Entre tantas as coisas que posso fazer eis em mim o amargo vazio, sem um abraço, sem um beijo... Nada! Desvanece-se meus poderes, minha coragem e motivação, agarrado pelas garras negras da grande Solidão, perdendo a luz e a vida, quebrou elos que era para ser inquebrável, para ver quem é "amigo” de verdade, ver em buscar em mim algo de valor... Apenas um vazio, apenas um vazio encontrei, os vejo darem a costa pra mim, se desfazendo, como areia indo com o vento.
Nas mais frias, penso em uma maneira em cada gota de lagrima, algo que possa me reerguer, renascer, mas em todos os olhares voltados em mim, estão vazios. Busquei algo para ter sentido, mas acabei de perdido nos grandes ermos eternos. Dizem que guerreiros tem sua caminhada solitária, junto ao frio da dama de todas as noites, quando me entreguei às noites, vi que nada mais importa, sinto apenas garras sangrentas que me leva a escuridão, me vejo às vezes em reflexo na água, ouço uma voz que me chama sussurrando, que aqui nada mais valem, meros humanos que apenas se transformarão em escravos da nova era, em si só a semente do autoconsumo e mesmice.
Não estou a desejar coisa boa, mas para aqueles que se opor diante do caminho, queira ser AMIGO o qual nunca existiu ou sai de meu caminho.
Viver tanto tempo afastado de um lugar onde cheira ferro e concreto, me fez ser natural, ligados a simples essências. Que no qual resultam a mudar apenas conceitos mas não a aderência ao mundo em que não vou permitir, alimentar o ego, a ilusão e mentira. Nunca vi o quanto inútil ficam algo, quando nenhuma palavra é respeitada, palavras que traduz uma vida em meio a um ambiente onde modela a alma e o corpo pra o resto do mundo.
Enfim fica claro que "pessoas Urbanas” perdem de vez o espirito, e a bravura, ficando como 90% fracos e perdidos em si. Para aqueles que não me conhece, fica claro que quando me vejo em frente a um, olho o quanto vazio são por dentro. Por isso a de duvidar do mundo a sua volta. Por fim, fica a sede e fome de caça-los um a um como coelhos em pradarias e campos, Javali mata adentro... Bando de vasos vazios, apenas poderia lutar contra o mundo para se tonar forte e obter um espaço nesta sociedade. E não ai entocado em seus egos e teimosias mesmice e mimimi, tentando esconder atrás de seus egos e ser o dono da razão etc.
E vêm dias em que apenas olho para três cantos do mundo, o amanhecer, o pôr do sol e as estrelas, em vida olho apenas para grandes obras literárias, tentando identificar fragmentos imperceptíveis a olhos normais, para encontrar uma essência menor ou maior que possa me ajudar a poder entender-me ou ao mundo onde caminho.
Debaixo de Constelações tento criar muralhas
onde escondo o que me restou de puro, algo intocado, tento esconder o grande
amor por uma pessoa, mas que está nas masmorras, guardados por Ceifadores,
tento criar um sorriso inocente ou doce, mas estarei contra minha própria
vontade, quero desaparecer com os primeiros orvalhos, desvanecer onde mora as
grandes e majestosa montanha, poder ouvir os sussurros da noite com ela em meus
braços. Mas é a minha mais doce insanidade estar com ela, construindo meu
império.
Entre pessoas a essências jamais vista, ou
sentidas por homem algum, como pode uma doce garota estar cega aponto de
corromper a sua alma e dizer que está bem e que isso é normal... Droga!
Maldição dos mortais...
Quero eu um dia ou noite, sonho ou não estar nos vales verdejantes ou não, nos braços de uma querida e amada mulher. Passo horas, absorvendo quase tudo, aprendendo algumas coisas, que para muitos inúteis são.
Entre tantas as coisas que posso fazer eis em mim o amargo vazio, sem um abraço, sem um beijo... Nada! Desvanece-se meus poderes, minha coragem e motivação, agarrado pelas garras negras da grande Solidão, perdendo a luz e a vida, quebrou elos que era para ser inquebrável, para ver quem é "amigo” de verdade, ver em buscar em mim algo de valor... Apenas um vazio, apenas um vazio encontrei, os vejo darem a costa pra mim, se desfazendo, como areia indo com o vento.
Nas mais frias, penso em uma maneira em cada gota de lagrima, algo que possa me reerguer, renascer, mas em todos os olhares voltados em mim, estão vazios. Busquei algo para ter sentido, mas acabei de perdido nos grandes ermos eternos. Dizem que guerreiros tem sua caminhada solitária, junto ao frio da dama de todas as noites, quando me entreguei às noites, vi que nada mais importa, sinto apenas garras sangrentas que me leva a escuridão, me vejo às vezes em reflexo na água, ouço uma voz que me chama sussurrando, que aqui nada mais valem, meros humanos que apenas se transformarão em escravos da nova era, em si só a semente do autoconsumo e mesmice.
Mas será que existe uma mulher a tal
“Valquíria” que um dia possa vim a me tirar dentro os esquecidos, e que possa
amar-me como a devo amar? Creio que minha esperança se desvanece a cada dia que
passa... amigos se desfazendo, a amada que se vai ... Os abraços gélidos e
beijos suaves da dama da escuridão, que sinto a cada noite que vem... e
cadê meu orgulho... E meu ego voraz?
Continuo a andar pelos Ermos...
Enquanto as
pessoas se escondem atrás de suas muralhas, com olhares vazios de suas almas
vazias, outras são mascotes de seu próprio ego, são covardes que se escondes
entre palavras e mascaras de humildade, entre outras... "Hora Duki
tolo!”
Não sabes nada do mundo em que vive, é um escravo de seus próprios vícios, grilhões e correntes vão denuncia-lo arrastados pelo chão frio, se tentar ser o Senhor da Razão.
Não sabes nada do mundo em que vive, é um escravo de seus próprios vícios, grilhões e correntes vão denuncia-lo arrastados pelo chão frio, se tentar ser o Senhor da Razão.
Meros
mortais, poucos acolheram-se nos braços do Arcanjo que os guiou a seu destino,
ou lhe deram sandálias para caminhar por enormes distancias. Outros
que apenas em si vê ser algo que se opõe aos demais, sem ao menos conhecer o
melhor da vida em aventuras... podres mentes mergulhados em seu ego cego e
imundo de ideias que se serve de alimentos a sua própria morte.
Eis um
pequeno entre gigantes que começa a caminhar entre eles, entre linhas, sabendo
que não haverá forças e pensamentos vorazes. Mas coração alma indomável, diante
dessa era, alcançarei minha terra nos pés e altos das montanhas, com ou sem
pessoas. . .
Meros mortais é a engrenagem que move a sociedade, engrenagens de todas as qualidades, banhados em óleo de impurezas, que estão enferrujando, e faz ser um gabarito fútil, apenas servindo aos seus meros desejos, um que ser perde em tantas ideias e conhecimentos encaixotados, se afogando em estupidez, se afogando em seu ego pálido, cheio de ferramentas na mochila, mas sem nem uma utilidade por falta de espírito, com qualidades, mas sem motivação, outros que se perderam em vícios, e se vendo como pilares de seus conhecimentos, cercados com suas muralhas e egoísmo e estupidez, logo vem àqueles que nem ao menos enxergam um palmo diante de seu nariz, 'puta que pariu', existe um leque de classes de homens, mas aqueles que se entrega ao 'urbanismo" deixando sua essência se diluir nas ruas quentes e ilusórias, perderam o espírito da coragem... “em meio a uma Floresta onde desejo joga-los e caçá-los um a um, cabeças e ossos como troféus, ver que garoto urbano não vale nada em meio a natureza onde apenas viram a presa.”
Meros mortais é a engrenagem que move a sociedade, engrenagens de todas as qualidades, banhados em óleo de impurezas, que estão enferrujando, e faz ser um gabarito fútil, apenas servindo aos seus meros desejos, um que ser perde em tantas ideias e conhecimentos encaixotados, se afogando em estupidez, se afogando em seu ego pálido, cheio de ferramentas na mochila, mas sem nem uma utilidade por falta de espírito, com qualidades, mas sem motivação, outros que se perderam em vícios, e se vendo como pilares de seus conhecimentos, cercados com suas muralhas e egoísmo e estupidez, logo vem àqueles que nem ao menos enxergam um palmo diante de seu nariz, 'puta que pariu', existe um leque de classes de homens, mas aqueles que se entrega ao 'urbanismo" deixando sua essência se diluir nas ruas quentes e ilusórias, perderam o espírito da coragem... “em meio a uma Floresta onde desejo joga-los e caçá-los um a um, cabeças e ossos como troféus, ver que garoto urbano não vale nada em meio a natureza onde apenas viram a presa.”
Iludidos,
cegos, sem amparo, na pura Avareza, bonecos da morte numa cidade de bonecos,
aqueles que era para ser de um valor único, vejo com o tempo, que não sou e
nunca serei, ligados a isso por elos fracos. Aprendi que algo pra ser puro, tem
que ter elos tão fortes como a do ferro, se existe tal elos, deveriam haver
conexões, mas isso deixou de existir, quando o tempo passou, a ferrugem e
ilusão mostrou quão fraco era elos que ligava ao meio em que vivo. Aprendi que
estou de passagem, a um mundo La fora, que se existisse algo de valor, este
iria ser sempre uma marca a ferro quente do fogo na pele e no coração....
Não estou a desejar coisa boa, mas para aqueles que se opor diante do caminho, queira ser AMIGO o qual nunca existiu ou sai de meu caminho.
Viver tanto tempo afastado de um lugar onde cheira ferro e concreto, me fez ser natural, ligados a simples essências. Que no qual resultam a mudar apenas conceitos mas não a aderência ao mundo em que não vou permitir, alimentar o ego, a ilusão e mentira. Nunca vi o quanto inútil ficam algo, quando nenhuma palavra é respeitada, palavras que traduz uma vida em meio a um ambiente onde modela a alma e o corpo pra o resto do mundo.
Enfim fica claro que "pessoas Urbanas” perdem de vez o espirito, e a bravura, ficando como 90% fracos e perdidos em si. Para aqueles que não me conhece, fica claro que quando me vejo em frente a um, olho o quanto vazio são por dentro. Por isso a de duvidar do mundo a sua volta. Por fim, fica a sede e fome de caça-los um a um como coelhos em pradarias e campos, Javali mata adentro... Bando de vasos vazios, apenas poderia lutar contra o mundo para se tonar forte e obter um espaço nesta sociedade. E não ai entocado em seus egos e teimosias mesmice e mimimi, tentando esconder atrás de seus egos e ser o dono da razão etc.
Continuarei
a andar entre caminhos, de vales e montanhas, pois que for algo de tanto valor,
vai estar comigo. Aqueles que estão perdidos e de passagens ficarão atolados em
uma vida cega. Compartilhei a metade de minha vida, Niedson Rodrigues faz tempo que não
vejo, faz tempo que não sei o que é amigo que nem você! Saudades de dias de
aventuras... Mas estou andando fora do eixo dessa sociedade, quero apenas
conquistar meu mundo, ser um homem Sabedoria o suficiente para que possa reinar
em paz. Você meu amigo, tem meu respeito e gratidão, esteve nos momentos onde
nenhum estaria... Diferente de outros que passaram em meu caminho... Parte #1
(Apenas uma parte de minha vida até o exato momento ainda vivo sentiu o amor, busco algo para que possa cultivar por certas gerações, não algo que perece com o tempo e deixa o amargo arrependimento, sempre que penso El algo de bom a cada passo dado, eu lembro de meu grande amor... mas é uma pena, escrava da duvidas, em cárcere nas masmorras do medo.
(Apenas uma parte de minha vida até o exato momento ainda vivo sentiu o amor, busco algo para que possa cultivar por certas gerações, não algo que perece com o tempo e deixa o amargo arrependimento, sempre que penso El algo de bom a cada passo dado, eu lembro de meu grande amor... mas é uma pena, escrava da duvidas, em cárcere nas masmorras do medo.
Viver não
é sentir tudo, ter tudo, ser escravo do consumismo e materialista, é ter a
essência necessária para viver longa vida perto da imortalidade, estou morrendo
por dentro... cada vez mais perdendo o chão, pelos erros e por algo que me
arranca a carne nas noites, não ligo com a sociedade e suas escórias, quero distância!
Mas morrerei um dia, e vou ver que ainda o
amor não me alcançou em meio aos ermos, ao meu grande amor, peço que solte as
rédeas e deixe que ele o guiará para perto de mim. A felicidade está nas pequenas
coisas, numa semente que nasce e um dia ela fica uma enorme arvore, esta
naquilo em que já existe no mundo, criado naturalmente não pelas mãos humanas
!!!)
Palavras esquecidas de um desconhecido
Para você que
és a única que reluz, não pela roupa branca ou pelo dourado de seus óculos na
luz branca pálida, hoje como antes e bem antes apenas meus olhos cansados os
segues, mas tu és de deixar os traços, o véu invisível de seu cheiro por onde
passa, não é difícil saber qual é seu perfume favorito, deve ser o mais leve e
suave fragrância da estação. Leve, mas me faz lembrar-se daquelas fragrâncias
de perfumes de amaciante de roupas. Que me faz puxar um pouco mais o ar....
(^;^)
Mas o que é
eu diante de sua beleza? “Hahaha” uma grave risada como a de um vilão, de vez
enquanto eu deixo um ou três passos para trás só para ver você andar, e a olhar
os leves e serenos balançar de seus cabelos, os passos firmes e leve como a de
um felino.
Peço que não
me olhe como qualquer um, mais um número e nome em meio a multidão. Às vezes
meus olhos varre a aglomeração só para poder te olhar, te olhar como uma Timida
fera... em seus olhos eu pareço ser um menino curioso pela cor de seus olhos e
o brilho. É difícil mas eu aprendi a gostar de você... mas sou apenas mais uma
sombra...
Caminhos de pedra
Aqui digo apenas um conto de um peregrino.
Bom não é lá aquela coisa, mas é para expressar comoções e certas coisas já
vista e nunca vista, desde que me conheço por gente não entendo quando tento
entender as outras pessoas, vivi em sociedades diferentes algumas onde que se
olhar com meros olhos não veras nada a não ser pegadas e mais pegadas, e um ou
mais caminhos diferentes, mas para mim era o pedaço do paraíso nos ermos desse
mundo, fui crescendo e tentando entender como eram aquelas pessoas, foi criado
em meio à natureza.
Bem perto a lado, para poder sentir
aquela tímida e névoa me envolvendo na madrugada, a lua que brilha como nunca
brilhou nas noites... “mmm” as manhas como era doce e tranquilo gramado e
alguns arbusto coberto de luz da tímida neblina que ia embora aos raios de sol
que vem aos filetes e depois como uma onda, o ventinho frio que me toca a flor
da pele, toque gélido, mas aconchegante, foi assim aos poucos que eu aprendi a
salvar os pedaços da vida, estilhaço da vida em meio aos caminhos, que apenas
aqueles que querem viver assim como eu vivo os junta para poder ser “o único e último”
palavras que usarei em meu livro ainda inacabado.
Anos se passa, vejo o dia árduo e
vasto se desfazer a cada jornada de trabalho que diria o melhor do mundo, claro
se você o ama sempre vai ser. Quando ela silenciosa vinha engolindo tudo ao
horizonte, à noite eu esperava em cima do telhado, ou do alto de uma arvora que
lá construía uma plataforma, mas era alto demais, mas lá eu estava a olhar o
vasto céu as estrelas e estrelas cadentes com suas diversas cores de luz na
cauda. No horizonte as luzes e o tumulto da cidade que aqui alcança em luz e
som. Adorava estar lá todas as noites, na noite de frio extremo quando o céu
aberto estava era mais lindo ainda.
Uma década e meia se passa o relógio do
tempo que nunca para, o tempo como as correntezas calmas ou eufóricas de um
rio, que lá de vez enquanto me traz a surpresa em seu percurso. Um dia me veio
uma pessoa ali diria o meu primeiro amor, amor que nunca pude ver até hoje sua
essência verdadeira, minhas antigas placas das armaduras que cobria meu coração
com o tempo criavam trincas profundas, de tantas batalhas para entender o tal
amor que impulsiona batalhas e guerras internas e externas entre os mortais,
queria eu ver agora como estou.
Vou pular um pouco de minha vida nos
caminhos dos ermos, quando aprendi a ver que grandes homens que ocultos na
maioria das vezes, ou desvanecidos pelo tempo árduo e caótico desta época e
milênio criou umas ferramentas para expressar aquelas essências que avia
falado, reunidos é mostradas a sua vida a qual mortal algum teve, não teve por
que deixaras abandonado para trás para as escoria de essa sociedade poder
entrar, nada de valor apenas status e um monte de coisas inúteis e fúteis, para
perecer mais e mais o que resta de sua alma nesta sociedade hipócrita. Como
dizia meu velho e amigo Ian McKellen –
meu mais velho amigo Gandalf:
“Você pode encontrar as coisas que
perdeu, mas nunca as que abandonaram.”
Gandalf
Então voltando aqui, quando o homem
encontra essas essências ele usa as ferramentas que pode para transmitir aos
outros tendo a fé que mesmo sendo quase impossível pelo número baixíssimo de
pessoas que possa absorver, decifrar, sentir a essência ali, contida. Muitos já
levados pela Senhora Morte
“Muitos que vivem merecem a morte. E alguns que morrem merecem
viver. Você pode dar-lhes vida? Então não seja tão ávido para julgar e
condenar alguém à morte.”
Gandalf
Enfim eis aqui um homem que eu posso dizer
que sou eu, “o único e último” da geração, que não aprendi a abandonar pequenas
essências gravados em minha alma e coração, não aprendi a ser um tolo, como a
maioria é todos iludidos a uma luz, sem almas para caber mais coisas desse
mundo sem valor, sem luz alguma de aproveitamentos, serão como uma horda de
mortos, mas vivos pregados ao chão da loucura e sede por vícios carnais e
obtenção de coisas matérias sem valor algum em qualquer lado que se olha,
apenas um verme que não se contenta com a podridão e quer mais, homens que está
cada vez mais condenados a uma vida se luz sem cores e sem alma, apenas mais um
nome, mais um número vivendo algo medonho. É uma pena, mas prometi a não mais
ajuda-los aqueles que estão pertos de mim, por que cansei das tolices e
decepção, fecharei meu coração.
Voltando ao meu foco. Ainda procuro
os estilhaços deixados neste mundo, mas bem escondidos aos olhos de quem não
tem esperança e a alma tranquila e ainda pura. Tive um amor meu último amor,
pois não acredito mais em amor, minhas trincas, agora fendas profundas que com
o último golpe do ceifeiro, me levou a vontade e outras coisas que me faz ter o
fervor nas veias de acreditar e correr atrás de batalhas, agora eis um homem
trilhando nas entranhas da montanha sombria e subindo para seu topo, para ali
repousar minha alma ferida.
Quando aprendi a ler bons livros, de
vários tipos de literaturas, algo que me completara é a incrível obra do senhor
J.R.R. Tolkien aprendi a ver e absorver a toda suas essências ali deixadas,
tive a honra de tocar a primeira obra dele, o livro da capa vermelha e os
contos inacabados, quando pequeno. Senti ali a alma a luz em mim adentrando,
desde aquele dia em uns pais em que era de meus antepassados onde a neve e a
noite era meu maior paraíso. Pois então a vida me deixou viver de qualquer
modo, mas quis aprender a viver como um grande sábio, mesmo sem ter encontrado
meu grande amor, que espero a cada pôr do sol e o seu nascer. Lagrimas que
traduz a língua de minha alma a cada nascer e a cada pôr do sol. Lagrimas que
diz ao vento que ainda acredita que um dia o rio eterno e gélido trará
fragmentos para poder acabar de montar minha armadura para minha alma, enquanto
andarei pelas trilhas da eterna montanha solitária e as florestas onde moras
minha amada Solidão. Mulher de manto que brilha como a luz abraços profundo e
beijos gélidos.
Eu
não vou desistir de viver o mais com meus valores ganhados daquele lugar
distante em que vivi, e do tempo que me trará a luz e a trevas. Quero apenas
dizer se um dia ela encontrou uma encruzilhada, sabendo que o destino que
tomarás vai mudar toda sua vida, e um apenas fortaleceram sua existência e sua
essência até aqui.
Se sentir algo assim permaneça assim, pois
aqueles que adentram dentro de suas noites, apenas uma luz te guiara para os
ermos esquecidos pelos mortais, mas ali é o caminho por onde um homem ganhara
sua vida eterna, sendo assim saberá que pequenos valores falaram alto quando
for necessário, acredito que eu possa alcançar o mais alto da montanha, e ter a
paz o amor à felicidade que apenas os senhores jazem descansados terá a vida
lhe oferece tudo.
Basta
querer apenas o que sua alma necessita, não o que seu corpo
vicia. Amor, amor, amor... Junto com a dor do mais gélido frio e do mais árduo
do fogo que queima eternamente, vos digo que um homem é feliz quando sua alma está
junto aos ermos e de mãos dadas com aquela (e) que vos amaras, mesmo deixando a
imortalidade para sentir o tão puro e saudado amor.
Jaz aqui um homem que escondeu sua alma
nas profundezas dos mais altos abismos da montanha solitária, para poder lutar
e encontrar a paz, e matar o que em muitos homens imbuíram em seus corpos e
corações. Tenho a espada e a coragem, o arco e a flecha, a adaga e armadura
para vencer, mas por que ou quem luta mesmo? Guerreiro solitário, eu sou na
verdade um cavaleiro negro viver sozinho é minha opção, pois nada machuca, nem
mesmo o fio mais gélido da espada, nem as garras mais afiadas de uma fera
sombria, não machucam mais que o amor.
"Pensamentos escrito no vale das sombras" - Dias em que a raiva escreve.
09-12-2014 02h00min AM
Reabilitação da alma, pobre e maldita alma que ainda encara o tempo, mesmo ensanguentado quase morto, queria tanto poder apenas me sentir bem, são tantas as labaredas das chamas do caos e destruição que vai consumindo minha alma, queria ao menos poder fazer o certo sem medo de andar, olhar para frente e poder prosseguir, mas não é assim.
A dor no peito é profunda, como se algo
na escuridão da mais longa e profunda caverna grita-se pedindo ajuda, mas lá está
eu perdido enlouquecendo, e lutando com meus temores, quero poder ao menos
morrer, libertar-me desse corpo e mundo.
Esquecer
que um dia eu te amei tanto, ontem nem falei a metade das dores e sombras que
destrói cada parte de mim, amaldiçoado minha alma esta, se não confia em mim,
nem em ti também não confia, nem sei mais como dizer, o que você deve fazer
saia dessa masmorra e do valor a quem tem por você, descubra o amor, não aquilo
que se chama paixão... Livra-se das dúvidas isso vai te matar um dia.
Não
estou bravo, mas apenas triste por outro sem ao menos digno de ser algo, Le
roubou um beijo, um desconhecido fdp sem valor algum apenas topado e bêbada
dando beijos em estranhos.
Fora
isso queria apenas ser feliz, sabe fazer algo que seja sereno e claro para mim,
não se tornando um lixo continuo e entediante. Analise você, analise eu,
analisemos nós e veja quem deve ter atitudes, ficaste calada quando falei que
tu me trocas por outro, um canalha.
Estou há meses para baixo, ruim, mal humorado,
triste, com depressão e angustiado... Queria apenas morrer, e reabilitar minha
alma, pois aqui ainda cravado suas lembranças, mas por conta de atos
desnecessário triste agora estou. Por você ainda não sair dessa densa neblina
da dúvida !!
ATÉ
QUANDO VAI FICAR NESSA POSIÇÃO? TOLA !! Isto me afeta tanto que é uma
espada cravada em meu peito a cada dia me ferindo e entrando lentamente. Le.
Apenas pense como um sábio, não como os demais tolos e arrogantes que andam
nesta terra... Não sei mais o que lhe dizer minha mente está me enraivecendo a
cada hora que passa.
Lembrasse de que eu quero que
você cresça sem provar o veneno do mundo, pois ao toma-lo ali você imbui o
veneno para toda sua vida, vira uma escória como as demais... Vazia querendo
apenas “festa”
Se ainda esconde
algo ai de valor para mim, ou nós! Use-o antes que seja tarde demais, não minta
diga a verdade, quando ao menos perguntarem ao meu respeito ou ao seu rude e
pobre e raquítico amor. Com tantos problemas que carrego aqui!! E se menti para
si mesmo, por tantas as batalhas perdidas.
No Crepúsculo do amanhecer de um dia de
Solstício de verão, no exato momento aonde se vai às trevas e a luz aparece, eu
irei abraçar a dama linda e gélida a morte e abraçarei e provarei de seu beijo
gélido, pelo menos assim sei de algo que me quer de verdade. Irei fazer a
reabilitação da alma, quando foi que sentiu algo de verdade de mim?
Quando
foi que me se entregou para dúvida? O que eu tenho que nada dá certo? Um homem
amaldiçoado com a marca da solidão... Jamais compreendido ao menos amado, a
cada dia que passa algo vai se perdendo ao caminho, ao cair de cada noite...
Poderei ser e ter tudo, mas não terei nada em meu coração! A minha graça
foi perdida, não sou mais aquele homem que reverenciava o amanhecer e o
anoitecer! As perguntas que não me sai da cabeça, por que você é assim comigo?
Existe amor?
Não
prenda o que está em seu peito, o que está tentando há dias lhe dizer o que
existe entre nós, amor poder ser, mas você está prendendo tudo isso com medo do
desconhecido! Por quê? Aprenda a confiar em mim... A tentar a recomeçar... Tudo
deve ser novo para você, por isso que está perdida e confusa! Apenas confie em
mim...
Largarei
de fumar para todo sempre se o amor existir e apagar cada um que tento acender,
ao contrário a cada dia que passa, irei esperar sentando a morte que aparecera
em minha estrada, e em uma última tragada, abraçarei e pedirei para que
reabilite minha alma, não ponha nada de bom em mim, para não sofrer mais. “Acho”
que você ao menos tenta-se soltar essa coisa estranha dentro de você, não tente
dominar, solte as rédeas e deixe te levar aos meus campos, onde a morte ainda
não pisou.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
o silencio triste.
Um final de semana qualquer passa despercebido para aqueles que não estão mais em si, puros de certa forma. porem não conseguir ver, observar, tocar e sentir, o que foi nos dados nessa vida, não poder sentir o brilho e as manhas que vem com o ultimo orvalho e a névoa que determina o quanto vc pode ser feliz, sinta, senti ela, sera a mais sinceras palavras de bom dia, da natureza. mas por que estou andando em meio as tanta podridão, que me faz para baixo estar. loucura é o homem não ser louco.
Entretanto pessoas aqui estão saindo de seus eixos e deixando o principio, a natureza que no qual vive para imbuir todo o mal em sua alma, sentindo os pecados capitais e fazendo delas, sua ostentação.
" Mereço as noites eternas, como lar.
O abraço da dama da noite, como refugio.
O frio gélido pelo corpo, me consumindo o calor.
O castigo de " dementadores " roubando a minha ultima migalha de alegria.
A Morte no seu trono, esperando um beijo em suas mãos.
Condenado nos Ermos eternos sem ninguem para salvar-me.
Imbuido de ódio e raiva, por saber que um amor unico näo pode por falta de coragem e com duvidas em seu coração, salvar.
Nada resta neste corpo, vaso vazio... largado pelo unico amor.
Vasto mundo a andar pelas entranhas da noite. Sabes que no final. A morte do unico sentimento de mantem e o pobre amor vivo, vai ser em väo, minha amada sera o ceifero. A minha morte, pois um dia este pobre e nobre homem. Podi sentir a unica e breve brisa do tal amor. Agora descanso em paz. Um ser sem rosto e sem nome, que um dia queria sentir o amor verdadeiro de alguem... qualquer que seja.... UM HOMEM NOS ERMOS. "
MEDO
"QUANDO OLHO PRA VOCÊ
VEM LOGO NA CABEÇA
UMA VONTADE LOUCA DE UM OI DIZER
MAS A TIMIDEZ NÃO DEIXA
EU FICO MAL,CHATEADO COMIGO MESMO
POR ME DEIXAR SER DOMINADO PELO MEDO
CONFESSO QUE TE AMO,
MAS AMO EM SEGREDO
E AS VEZES ROLA UM PRANTO
E BATE UM ARRENPENDIMENTO
PORQUE TIVE VÁRIAS CHANCES
DE LHE MOSTRAR MEUS SENTIMENTOS
MAS NOVAMENTE FUI DOMINADO POR ESSE MEDO
MEDO DE DIZER QUE
VOCÊ É A MULHER QUE TANTO ESPERO
MEDO DE DIZER QUE
É O MUNDO ONDE VIVER EU QUERO
MEDO DE DIZER QUE
AMO DEMAIS VOCÊ "
===============================
" Eu preciso muito deixar acontecer o momento da renovação,
trocar de pele, mudar de cor. Tenho sentido necessidades do novo, não importa o
quê, mais que seja novo, nem que sejam os problemas. Preciso deixar a casa
vazia para receber a nova mobília. Fazer a faxina da mente, da alma, do corpo e
do coração. Demolir as ruínas e construir qualquer coisa nova, quem sabe um
castelo.
pedaços de um homem que não sabe o que é alegria, amor e felicidade.
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