Até aqui onde eu me vejo, na maioria das vezes na companhia da lua
calada, e o frio das noites que vem como um fio de uma lamina afiado cortando
tudo o que toca. E La vem ela outra vez em silencio engolindo montanhas, árvores animais e pessoas, vem numa fome voraz em que mata de dentro para fora, essa é a
criatura que mais temo, pois por um trinca quase invisível, o frio entrou.
Foi consumindo tudo por onde tocava, ela me achou
pelo cheiro de medo, me fez quase perde a cabeça com minha única pessoa em que sou
iluminado em meio a trevas, longe de todos, gosto de estar, na sombra de uma
grande montanha fria e solitária, ate aqui onde sou ainda vivo.
Pelo caminho onde releva o
silencioso rio onde a morte e vida andam a lado, vejo um caminho onde vejo pessoas
de almas fortes, que faz eles serem uma pequena parte de meu mundo, mas
enraizados em si mesmo. Acredito que em meio a tanto lugares de azuis negros
onde olhos me observam em proteção, podem me vereu fazendo um ato onde eu não
tinha porque fazer, pois aqui onde o corpo, a casca é exposta a uma continua
tortura onde quase me mato os sonhos e desejos, os atos faz feito pelo mérito
de ter “valores” que me faz ser quase inútil em terras onde somos mortais
iludidos por uma falsa luz, que faz toda população seguir para autodestruição de
sua natureza, onde por uma dádiva tenho a pureza, mas sendo corroída pelo frio
gélido.
Deixei ventos do Leste levar algo de mim onde, vai estar longe de
minhas sombras e de meus bosque, onde ela, vai estar em meio a um lugar onde
tudo é nada mais que um lugar onde o mal e o bem lutam por almas... Espero que
tudo ocorra bem até os ventos do oeste trazer-la de volta. "queria poder
sair... somente pra sair”.
Em meio a uma montanha e
um rio. Ha um Abismo onde sempre quando passo por isso... Uma voz doce me
alcança, uma mão me toca no rosto, um abraço gelado. A voz sussurra; deixa a
escuridão tomá-lo de volta, larga esta que te faz vê a luz falsa, você não vai sentir
mais dor dos mortais. Mas eu ainda lhe direi, que a uma luz dentro da floresta
velha que me faz amá-la, me faz dizer: [EU AINDA AMO AQUELA MULHER “L”]
Enfim sempre que nas fugas que faço das trevas que ainda
anda em meu mundo, ela me alcançou... Sinto a carne rasgada. Entretanto fico
com a voz da sombra, dizendo que sempre fiz parte das trevas; peço que apenas
essa luz da floresta velha cuide de minha alma, pois não estou preparado para a
perda dos campos perfumados e calmos dela. Não estou preparado para a despedida,
pois sei que a dama da noite me quer, pois ela teme que minha pureza seja destruída,
o que restou dela e aos braços gélidos dela estarei no eterno conforto. Morto a
fim de liberar desse mundo onde tudo não passa de nada mais de um campo da
perdição, em que pessoas se prendem e morre ao vento.
A fera ressurgiu do meu lado mais escuro sempre admiro com grande
amor e carinho musicas que não poderá ser ouvidas por muitos, por não ter o hábito
de ouvir a canção verdadeira. Aqui citação da letra de uma canção que sempre
estará ressoando em minha alma
“Longe
da névoa densa e fria das montanhas
Para as profundas masmorras das cavernas
ancestrais
Devemos deixar a luz do dia
Para buscar o lúrido ouro encantado. "...
”As árvores brilhavam como tochas com
a luz.
Os sinos tocavam no vale
(Os sinos tocavam no vale)
E os homens olharam para o alto com rostos
pálidos;
A ira do dragão mais feroz que o fogo
(A ira do dragão mais feroz que o fogo)
Logo abaixo suas torres e casas frágeis. "....
”... A montanha expeliu seu hálito
sob a lua;
(A montanha expeliu seu hálito sob a lua)
Os anões ouviram o barulho da destruição.
Eles fugiram de seu salão para encontrar a
morte
(Eles fugiram de seu salão para encontrar a
morte)
“Debaixo de seus pés, sob a lua...”
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